Em 1986, Jay Billington Bulworth é um senador californiano que está concorrendo à reeleição pelo Partido Democrata, enquanto enfrenta uma crise profissional e em seu casamento. Em meio a um surto psicótico, Warren Beatty incorpora o mesmo processo psicológico de Jim Ca...

Após algumas encarnações na TV e no cinema, a tirinha criada por Chester Gould para o jornal Chicago Tribune, em 1931, atinge o seu formato ideal para as telas no filme “Dick Tracy”. Fã do personagem, Warren Beatty só concordou em dirigir a produção se também a estrela...

Em 2008, quando se completaram 20 anos da morte do cineasta Hal Ashby, a revista Good pediu ao diretor David O. Russell que escrevesse um texto sobre “Shampoo”, que ele viu seis vezes no cinema quando tinha 17 anos. Russell atribui boa parte da magia do filme a Warren...

Lançado em 1974, “A trama” é menos lembrado do que “Klute, o passado condena” e “Todos os homens do presidente” na filmografia de Alan J. Pakula. Mas pode-se dizer que, juntos, formam uma trilogia sobre paranoias políticas. O significativo título original, “The paralla...

26/03/2019

No livro “Scrivere con la luce, i colore, gli elementi”, o diretor de fotografia Vittorio Storaro interpreta cada um de seus trabalhos a partir da combinação de luz, cores e elementos.  Storaro não gosta de ser chamado de fotógrafo, mas de autor cinematográfico.  Reivi...

Com pinta de mocinho, alma de vilão, charmoso, truculento e incapaz de ser contrariado, Warren Beatty parece ter se divertido muito na representação de Benjamin Siegel, gângster da pesada, tido como um dos idealizadores de Las Vegas, e que odiava ser chamado de Bugsy,...

No fim da década revolucionária da autoral Nova Hollywood, Warren Beatty, um dos maiores nomes do movimento, estrelava em 1978 uma clássica comédia americana, adaptação da peça de Harry Segall e já filmada em 1941 com o título “Que espere o Céu”. Em “O Céu pode esperar...

Como Alfred Hitchcock sete anos antes, quando procurava uma solução dramaticamente impactante para a famosa cena do banheiro de “Psicose”, Arthur Penn também recusou a solução padrão para a encenação da violência por meio do sangue. Queria algo muito mais forte do que...

21/03/2019

Elia Kazan foi um dos diretores que mais souberam tirar de seus pupilos do Actors Studio performances arrebatadoras, além de ser o responsável por lançar os filmes que definiram profissionais como Marlon Brando (“Uma rua chamado pecado”, 1951), James Dean (“Vidas amarg...

Warren Beatty – Uma Rajada de Charme

De 25 a 31 de março na Cinemateca do MAM

Curadoria ACCRJ e Cinemateca do MAM
 

Com a morte de James Dean, em 1955, Hollywood se desesperou por um ídolo popular juvenil à altura do ícone transviado e testou toda sorte de candidatos a na...

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